segunda-feira, 31 de agosto de 2009

A música do mês: BREAKAWAY [Kelly Clarkson]

Foram algumas músicas que me acompanharam ao longo deste último mês. Dentre elas, posso citar So Small (Carrie Underwood), Voice Of Truth (Casting Crowns), We All Need Saving (Jon McLaughlin)...

Mas a música que quero destacar se encontra em um CD que já tem 5 anos de lançado e que só agora adquiri. Passando pelas prateleiras de CDs de uma grande loja, me deparei com um dos álbuns da vencedora original do Americam Idol. E me dei conta de que Kelly Clarkson é uma cantora que curto demais, porém não tinha nenhum produto seu. Acabei, assim, por comprar "Breakaway", o segundo e mais bem sucedido trabalho de sua carreira.

A música-título do CD é uma daquelas músicas que são especias em nossa vida. Uma daquelas músicas que nos trazem um turbilhão de lembranças à memória cada vez que ouvimos... Breakaway me lembra muito vividamente meus primeiros semestres na faculdade e ouvi-la agora que estou na reta final de minha graduação tem um gosto muito especial. Saber que aquele menino tão frágil, que ingressou na Universidade quatro anos atrás, já não é mais o mesmo traz muita alegria ao meu coração. E assim percebo que não é privilégio de alguns. Todos nós podemos fazer desejos, arriscar, mudar e alcançar liberdade.


"É preciso correr riscos, fazer uma mudança e fugir..."

Encerro este mês utilizando como forma de gratidão as mesmas palavras que Kelly usou nos agradecimentos de seu CD:
"Deus, Você é tão gracioso e generoso. Não há palavras para descrever meu amor e paixão por Você. Estes últimos dois anos foram um bocado difíceis e tão loucos. Eu agradeço a Você por ter estado comigo, por ter me ensinado a apenas deixar as coisas seguirem e a entregá-las a Você, porque não importa quão forte eu pense que seja, eu NÃO POSSO fazer nada sem Você."

Leandro Neri

sábado, 29 de agosto de 2009

Por detrás desses olhos castanhos...

Eu realmente amo muito as músicas, a voz e as interpretações da Kelly (Clarkson). Gosto da sinceridade e da maneira como se expõe em suas canções. Cantando em acústico, então, ela é simplesmente maravilhosa.

Aqui está uma dessas versões:


Música triste e, como disse a própria Kelly, talvez imatura... Porém, muito linda. Uma pena terem traduzido errado o verso que mais tem a ver comigo.
"Não, eu não choro mais por fora... Não mais..."

LEANDRO NERI

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Pequenos e Insignificantes Versos

Ninguém é bom.
Somos todos egoístas.
Alguns são honestos.
Outros, não.
Aguns tentam ser.
Outros, parecer.
De nada adianta, afinal.
Algum dia, em breve ou não,
todas as máscaras cairão.
E o que restará, então?
...

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Tolas Questões - II - As crianças e o Terror!

Sabem aqueles questionamentos tolos que, vez ou outra, nos pegamos a preservar? São assuntos talvez de nenhuma relevância para o mundo ou para quem está ao nosso redor. Ninguém se importa e, vai ver, nem mesmo eu ou você. Mas, de repente, você já se pega pensando no tal questionamento. E é sobre isso que esta nova "série de posts" vai tratar:
Perguntas Tolas e Sem Importância!
Então não se surpreenda com a provável irrelevância dos temas abordados neste espaço.
Este é o segundo post da série:
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Vocês já pararam para atentar-se aos principais recursos utilizados pelos diretores de filmes de terror para dar sustos em seus telespectadores? Não sei se já o fizeram, mas a verdade é que pelo menos 50% desses filmes usam sabe o quê? CRIANÇAS! (O_o) É verdade! Aí estão “O Grito”, “O Chamado”, “O Exorcista”, “O Amigo Oculto” para provar a teoria! E ainda existem tantos outros, como “A Órfã”, que deve chegar em terras brasileiras no próximo mês, e “Horror em Amityville” (película que assisti ontem).

E sabe o que mais fico a pensar? Como os pais dessas crianças tem coragem de deixar seus filhos participarem de filmes tão assustadores? O_o Sério! A maioria dos pais deseja que os outros achem sua prole “bonitinha”, mas os que aprovam a participação de suas crianças em filmes assim parecem não se importar com o fato de que seus filhos, a partir de então, povoarão os mais densos pesadelos de uma boa parcela da população que assiste os filmes. O_o
Talvez seja até interessante para esses pais, que não precisam explicar para seus filhotes que aquilo que eles vêem na TV é tudo mentira. Ponto pra eles! Mas sei lá... Não sei se deixaria uma linda filhinha minha (que um dia pretendo ter) aparecer por aí com um enorme buraco na testa e coberta de sangue tal qual a pobre Jodie DeFeo (fantasma de garota assassinada a tiros pelo próprio irmão no tal filme que vi ontem).

Agora, de uma coisa eu tenho certeza. Se eu tivesse de optar entre ver minhas crias atuando em filmes de terror ou “brincando” com o Silvio Santos nas tardes de domingo, certamente eu escolheria a primeira opção. Afinal, antes assustando a platéia de um cinema do que sendo aterrorizadas por um maníaco “dono de TV”. =X

Leandro Neri

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Momento BING especial: CHANDLER BING

Pronto! Agora todos os atores do elenco de FRIENDS estão oficialmente na meia idade! Matthew Perry, intérprete do impagável Chandler Bing e friend mais "jovem", completa hoje 4 décadas de vida. Assim como fiz no aniversário da Lisa, trouxe pra vocês um vídeo especial com várias cenas do Chandler. Apesar de ter gostado da seleção, na minha opinião, faltaram aí algumas outras hilárias cenas que eu adoro! Mas, com o tempo, as trarei pra vocês.
Aqui destaco a cena final, com Chandler vestido de coelho rosa! Muito bom!

"No bunny at all! Always no bunny at all!!!"
haiuhaiuahiuahiuahuiahuaihiuahauihauihia

Abração, pessoal!
Até breve!

Leandro Neri
Ps.: Sei que já deve ter gente enjoada de ver "FRIENDS" por aqui, mas prometo que, em breve, vou diversificar. Aguardem o segundo post da série "TOLAS QUESTÕES" até o final da semana!

sábado, 15 de agosto de 2009

Once / Blindness

Há algum tempo, já tenho a vontade de falar de alguns filmes que vi, porém nunca me sobra tempo para escrever. Por isso, hoje vou adiantar um pouco isso e falar a respeito de dois longas neste único post. As duas obras cinematográficas aqui apresentadas, apesar de tão destoantes, ainda tem pontos em comum. É curioso perceber, por exemplo, que, em ambas as histórias, os personagens não tem nomes. (Pasmem! Eu só percebi isso no momento dos créditos!) (Pasmem! [2] Isso aconteceu nos dois filmes! rsrs)
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O primeiro deles foi um presente de uma amiga: "Apena uma Vez" (Once). Tomei curiosidade pelo filme logo depois que vi Kris Allen interpretando sua música tema em uma das apresentações no American Idol. Mais tarde, descobri que a música ganhou o Oscar de melhor canção original em 2008, concorrendo com várias outras do filme "Encantada" e mais alguma que não recordo no momento.

A história ambientada na Irlanda nos apresenta aos personagens de Marketa Iglova e Glen Hansard, ambos desiludidos com seus relacionamentos e aprisionando ambições em seu corações (mais ele do que ela). Por mais clichê que possa parecer, "Apenas Uma Vez" (fazendo jus ao título) não é um tipo de filme que encontra pares. Obra de beleza única, harmoniosa e tocante - repleta de belíssimas canções em cenas inocentes, mas capazes de trazer a maior das comoções.

Destaco a interpretação tão pura e genuína de Marketa (que sequer tem carreira de atriz). Sua personagem é adorável e, assim como o personagem do rapaz, facilmente identificável com o público, visto não estar em uma das condições financeiras mais desejáveis. Lindas canções unidas a uma linda história que você não pode deixar passar!
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A segunda obra já gerou muita polêmica, mas só ontem pude conferir. "Ensaio sobre a cegueira" (Blindness) trouxe às telas, depois de muitas tentativas, o famoso livro do português José Saramago, escrito em 1995.
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Um homem se vê cego em meio ao trânsito de uma cidade desconhecida. A partir daí, a doença batizada de "cegueira branca" começa a se espalhar como uma peste e os infectados são obrigados a viver isolados da sociedade numa quarentena de proporções desumanas. Em meio a isso tudo, temos a personagem de Juliana Moore, única a não ser infectada pela doença e também a única a enxergar tão nitidamente a degradação que toma conta dos personagens envolvidos.
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Não vou enganar você. Não é um filme "bonitinho". É tenso. É chocante. É perturabador e, em alguns momentos, desesperador. Porém, o maior choque esteja em saber que a realidade representada ali através dos personagens perdidos na cegueira poderia facilmente saltar das telas, caso tamanha catástrofe acontecesse. Juliana, porém, foi impecável no papel de "mulher do médico" e demonstra com firmeza a angústia e o desespero de todos aqueles que percebem a "cegueira" já instalada em nossa sociedade.
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O grande trunfo destas duas obras está no fato de terem sido filmadas fora do círculo hollywoodiano e, ainda assim, manterem um padrão de qualidade tão elevado. Para mim, não se trata de cinema alternativo. É apenas uma prova de que cinema de qualidade não está condicionado a uma única fonte.
Leandro Neri
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Confira os trailers abaixo:

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

NÃO SEM AMOR

"Eu tentei, Senhor
Eu tentei, Senhor
Eu tentei arduamente ser seu bom menino
Queixo para cima, cabeça erguida, todo zelo, mas sem alegria
Pensando que todas as minhas boas obras
poderiam agradar Jesus
Rapaz, eu estava errado?
Embora eu soubesse as canções certas,
todos os meus pratos e gongos tocavam as melodias erradas
E não demorou até que eu visse minha doença
Uma vida gasta querendo agradar
Em mãos e joelhos
Para fazer direito, para satisfazer
Deus, me ajude, por favor
Isto não pode ser Cristianismo, não pode ser...

A coisa toda é como insanidade
Onde está o descanso da segurança eterna?
Onde está a esperança de um Deus grande o suficiente para lidar
com todos os meus delizes e inseguranças?

Certamente isto não é respirar
Meu peito queimando e se erguendo
É como se minha pulsação estivesse cessando
Como se o meu coração desistindo de bater

Todavia, torno a lembrar, então, que eu tenho esperança:
Você morreu, SENHOR
Você morreu, SENHOR
Seguramente, como a vinda do alvorecer,
a canção do amor do Pai continua
abafando o som das minhas amargas canções
E rompendo muros e barreiras
Cristo vem, remove o pecado, busca Sua noiva e a conduz
Então eu posso cantar isto em concordância com o Rei:
Há apenas uma coisa que agrada ao Pai
O Deus-homem sobre o tronco no meio dos escarnecedores
Agora eu finalmente vejo que Cristo é o que Cristo oferece
E finalmente eu sou livre no amor do Pai"

(Jimmy Needham)

Leandro Neri